Blog de anaherminiapaulino


15/05/2012


Folha de São Paulo

6 cidades de SP mantêm sacolinhas obrigatórias

Outros 9 municípios do Estado planejam criar legislação municipal

Supermercados de Franca, Guarulhos, Itapeva, Mogi Mirim, Lins e Barretos têm de dar sacolinhas

ELIDA OLIVEIRA
DE RIBEIRÃO PRETO
CLAUDIA ROLLI

DE SÃO PAULO

Ao menos seis cidades de São Paulo têm leis em vigor que obrigam os supermercados a distribuir sacolas plásticas aos consumidores.

Outras nove cidades, incluindo a capital, têm projetos de lei tramitando em suas Câmaras Municipais.

A Assembleia Legislativa de São Paulo também analisa um projeto de lei para valer em todo o Estado.

O levantamento foi feito pelo Instituto Socioambiental dos Plásticos a pedido da Folha. A entidade, que representa interesses da cadeia industrial do plástico, é contra o banimento da sacolinha e defende que o preço dos produtos já inclui o da sacola.

Nas cidades com leis em vigor -Franca, Guarulhos, Itapeva, Mogi Mirim, Lins e Barretos-, prevalece o conceito de que o consumidor deve ter a opção de levar as compras sem custo extra.

As lojas dessas cidades devem cumprir a legislação municipal, porque o veto às sacolas é um acordo da Apas (Associação Paulista de Supermercados) com os estabelecimentos e com o governo estadual, sem força de lei.

BATALHA NA JUSTIÇA

Em São José do Rio Preto e em Guarujá, a Apas entrou com ação direta de inconstitucionalidade no Tribunal de Justiça de São Paulo e conseguiu liminar favorável à associação -ou seja, suspendeu as leis municipais.

Em Guarulhos, o Tribunal negou na semana passada o pedido da Apas.

"A entidade também entrou com mandado de segurança para evitar que fiscalizássemos os supermercados, mas não obteve sucesso", diz Jorge Wilson de Mattos, diretor do Procon de Guarulhos.

Em Franca, a lei foi promulgada há cerca de um mês. A rede de supermercados Savegnago, que tem três lojas na cidade, informa que distribui 450 mil sacolas ao mês.

Os consumidores se dividem sobre o tema. Flávio Guizeline, 43, carpinteiro, saiu ontem de um supermercado de Franca com quatro sacolas, mas diz preferir que as pessoas tenham que levar sacolas retornáveis.

Já Vânia Miguel, 35, sapateira, gosta de poder pegar sacolas no supermercado quando faz compras imprevistas.

Além da capital, as cidades com projetos tramitando são Campinas, Itararé, Valinhos, Atibaia, Botucatu, Sorocaba, Santo André e Araraquara. Em Ourinhos, uma alteração feita em abril institui a distribuição gratuita de sacolas biodegradáveis -a publicação sai ainda nesta semana.

A Apas informou que em Guarulhos "continuará insistindo" no pedido para suspender as sacolinhas.

 

Absurdo isso das sacolas plásticas, a gente paga tudo porque está incluso e a associação revolveu ganhar mais com essa invenção de meio ambiente, fora que hoje ouvi que um vereador quer proibir o uso de caixas de papel também, acho que nos fazem de palhaço o certo seria fazermos um protesto, abaixo assinado qualquer coisa, chega de engolirmos tudo a seco e ainda muitos concordarem com certos absurdos.Ou nos unimos ou esse país vai de mal a pior!Beijos Apaixonado

Escrito por Herminia Paulino às 23h58
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Mais forte que ontem

Hoje eu me sinto mais forte, para ir adiante e ser feliz.Como foi sofrido para conseguir sorrir e me levantar.Conseguiram quebrar meu coração e minha confiança, como um cão acoado eu andava por ai,a morder qualquer coisa e me esconder.Senti medo, frio e falta de amor.

Não sei porque fizeram isso, os motivos de tudo, o mundo anda frio demais, falta amor para nos curar e sabedoria para vermos o quão igual somos.Mas consegui ficar de pé e ver tudo de outro modo, é como se tivesse  saido e de mim e visse a minha vida como se fosse outra pessoa.Juntei os pedaços do meu coração, descobri que não estou só que tenho pessoas comigo e juntas contruímos um novo caminho.

É como se toda a dor me tornasse mais dura e dona de mim, não tenho mais medo, se tiver que morder faço de cabeça erguida sem me esconder.Não tenho mais pesadelos quando durmo, consigo sonhar com um dia melhor, sei que nada mais vai me fazer sangrar e que eu não machucarei mais, aprendi me defender e que tudo aquilo que não me matar irá me fortalecer.E que só o amor ensina a volta a vida, e responde nossas dúvidas.

É ele quem nos guia e nos torna humano, e nas noites de frio te enche de calor é com todo afeto que podemos mostrar, juntos quebrando os paradigmas e a mostrar para os outros nossos sorrisos.Conseguimos nos unir contra aqueles que nos fizeram ter medo e mostramos a eles o quanto somos pessoas e temos os mesmo direitos.A maioria quando sabe  se unir mostra a minoria que a dor pode ser espantada e que quem se levanta não cai mais.

Me tornei mais forte porque não estou na solidão e se dou risada do passado é porque estou forte,bem mais forte que ontem!

 

                                                                                                             Beijos

Escrito por Herminia Paulino às 01h01
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13/05/2012


Vídeos

Escrito por Herminia Paulino às 23h57
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12/05/2012


Dicas

Filme!

http://cinema10.com.br/promocoes/promocao-piratas-pirados

 

 

Para os amantes de quindim http://benditoquindim.com.br/

 

                                                                                                         Beijos

Escrito por Herminia Paulino às 00h53
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11/05/2012


Em uma outra vida

Em uma outra vida nos encontraremos e tenho a certeza de que ficaremos juntos.Tudo será tão diferente,melhor, as intrigas que nos separaram não irão  repetir -se, seremos só nos dois nas noites de lua nos amando.

Vai ficar tudo bem, você chegará depois de um longo dia e eu ofereço um drinque, faço uma massagem e ouço tudo que aconteceu no seu dia.Seremos nós contra o mundo e seremos capazes de vencer todos os obstáculos.Sempre olhos nos olhos, a declarar nosso amor, sem medos e perdas,as lagrimas seriam de tanto rirmos das nossas coisas bobas.

Em uma outra vida tudo seria azul e eu jamais deixaria você partir, afinal sei que você é meu mundo e me torna melhor a cada dia.Apesar de dizerem que somos jovens demais para saber que será para sempre, vamos rir dessa bobagem e pensar no nosso futuro e em nos dois velhinhos de mãos dadas a gargalhar de todos que sempre duvidaram.

Mas só em uma outra vida isso seria possível, afinal te deixei partir, não disse adeus, pago o preço, soube que você casou e que até filhos tem, te vi na praça, naquele lugar aonde brigávamos, beijávamos, éramos felizes, mas não me arrisquei a falar contigo, tive medo de ouvir toda a sua alegria e ver sua face iluminada por outra mulher que não seria eu.

Mas espero pela nossa segunda chance daqui a muitos anos, na nossa nova vida e como aprendi com meus erros nessa, dessa vez sua mão junto com a minha ira ficar e meus olhos só irão deixar de brilhar por ti quando a morte me roubar de ti! 

http://valfeliciano.blogspot.com.br/2010/11/amor-de-outras-vidas.html

 

 

                                                                                                        Beijos

Escrito por Herminia Paulino às 00h21
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10/05/2012


Nós

Não gosto de você, e daí?Quem se importa, isso não muda a sua vida, quanto mais a minha.Não gosto da cor que você está usando e do modo como falar, mas ninguém da a mínima afinal só eu que fico incomodada com tudo que há em ti.

Detesto quando todas elas falam desse moço como se ele fosse um rei, que encantos que tem?Acho horrível quando me condenam por não ver essa pessoa como as demais veem.

Mas não posso ver alguém tão arrogante que se acha a última gota de água do deserto a pisar em todas e ser o mais bacana da turma,comigo ele não faz a festa,ao contrário brigamos em público e nunca nos entendemos.

Dizem que no fundo nos amamos mas não creio nisso, ainda mais da parte dele que quando me olha não me vê, só enxerga quem o bajula.Apesar de dizerem por ai que sempre pergunta a minhas amigas e amigos o que falo e o que comento  dele.Mas é tão galinha e dono de si que acho que é invenção só para verem se nos tornamos amigos.

O tempo passa e nos reencontramos e estranhamente conversamos como pessoas civilizadas e estamos sós, de repende nos olhamos e como um passe de mágica nos beijamos e por longos minutos esquecemos que em nossa adolescência isso jamais aconteceria.Após o beijo nos distanciamos e olhamos o nada,nem uma palavra ou gesto.

Até que eu me viro e digo, analisando com calma tudo, sempre esperei esse beijo e uma conversa, mas sei que foi só isso, não conseguiria viver com suas “fãs” atrás de você e muito menos aturar seus ataques de rei da turma.

Ele me olha sorri, me pega pela cintura e me beija de novo, depois diz no meu ouvido, eu sempre desejei esse beijo, mas eu desejo mais, não sou mais o mesmo, trabalho, me diverto e quero só a sua companhia ao meu lado, vamos ficar juntos até envelhecer é assim que tem de ser!

Eu aceitei, achei que em uma semana tudo acabaria, mas não hoje aqui em frente a esse papel, com a vista cansada e com as palavras que me fogem escrevo nossa estória nada melhor do que envelhecer com você,rir das nossas criancices de outrora e saber que ainda tenho amor suficiente por todos os anos que virão.

Não existe coisa melhor do que esperar ele chegar e saber do seu dia, ver o brilho dos seus olhos por algo de novo a me contar e ainda ouvir que sou especial para ti.Meu amor é construído no dia a dia e em todos esse anos sei o quanto me faz bem amar, aonde estiveres estarei e sempre lhe darei o carinho que precisares. 

Escrito por Herminia Paulino às 01h17
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09/05/2012


Galinhada

A galinhada que muitos esperavam, não deu nem para o cheiro, o grande chefe Alex Atala,simplesmente foi embora do evento, nem ele sabe como estava a sua famosa iguaria.

Mas se fosse um evento para o jardins, com os pratos a custar o que cobram normalmente e não de graça como era esse, ele teria descido do carro, ou melhor teria ido antes para ver tudo como ia ser servido.

Agora quem paga pela péssima organização do evento é ele, por ser famoso,mas faltou infra estrutura,faltou pensar em quantos passariam pela virada no final de semana.E para nos fazer rir o nosso querido prefeito Gilberto Kassab, deseja fazer uma virada só com os chefes, bacana a iniciativa, mas só se planejarem antes, e desejamos que os chefes realmente supervisionem tudo e não que só cheguem algum tempo depois, para quem sabe posar para a foto.

Mas aos sem galinhadas,não fique triste, junte uma galera e faça a sua em casa,aposto que será mais servida, estará quente e sem gente furando fila.Quem sabe a próxima virada não seja melhor na parte gastronômica e todos tenham o direito de poucos, de provar comidas requintadas.Até lá vamos indo comer um prato feito do boteco da esquina, ou no quilo da padaria.

 

                                                                                                                 Beijos 

Escrito por Herminia Paulino às 00h46
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08/05/2012


Folha de São Paulo

Ao ler essa matéria eu pensei no quanto já disse isso a algumas pessoas,hoje em dia é mania fazer terapia seja com profissional ou com amigo, quando é com profissional a outra pessoa te ouve e tenta te indicar o melhor caminho.Mas quando é amigo fica ruim, porque a pessoa não aceita que falem as verdades e a vida anda chata não podemos mais falar o que pensamos, mas temos de ouvir.


DANUZA LEÃO

Não ver, não ouvir e calar sempre

E não tenha ilusões: diga você o que disser, contra ou a favor, no final a culpa será sempre sua

Você quer ser querida pelos amigos, viver sem problemas, ser daquelas pessoas que são sempre lembradas com alegria e prazer? Em outras palavras: você quer ser feliz? Simples: esqueça essas manias de ver, ouvir e, sobretudo, falar, e sua vida passará a ser um mar de rosas.

Não ouça; isso mesmo, não ouça, salvo, talvez, um pouco de música, quando estiver no carro. Quando perceber que estão contando uma história escabrosa da área política, vá para a janela e olhe para fora com enorme atenção.

E se o assunto envolver a vida particular de quem quer que seja -e quanto mais próxima a pessoa, pior-, seja drástico e finja um mal-estar súbito. Se tiver que se explicar, diga, no máximo, que é vagotônico como era o poeta Vinicius, doença que, aliás, já esteve muito na moda e que ninguém nunca soube muito bem do que se tratava.

Agora, o principal: se uma amiga -principalmente se for a que você mais adora- quiser contar seus problemas pessoais, arranje uma desculpa, seja ela qual for, para não ouvir: simule uma crise nervosa, diga coisas desconexas, dê uns gritos, e se for preciso, desmaie, mesmo que esteja no meio da rua. Vale absolutamente tudo para não assumir o papel de confidente, pois vai acabar sobrando para você -ou estou dizendo alguma novidade?

Bem, já falamos do primeiro ponto: não ouvir. Agora vamos ao segundo: não ver.

Quando for a uma festa, use óculos, daqueles que os bandidos obrigam os sequestrados a usar -com vidro negro e opaco- para não enxergar; faça essa riquíssima experiência que é não ver absolutamente nada, a saber: quem deu um amasso em quem, de quem é a perna enroscada debaixo da mesa que você flagrou quando foi pegar o isqueiro que caiu no chão, ou as baixarias que costumam acontecer quando as pessoas se descontraem, digamos assim. E se não conseguir os tais óculos negros, não tem importância: é só passar a noite inteira de olhos fechados -ou não sair de casa, claro.

Agora, o terceiro ponto, muito, mas muito mais importante do que não ver e não ouvir: não falar.

Nunca diga nada sobre nenhum assunto, e não dê, jamais, uma só opinião sobre nada. Se alguém diz que a couve-flor está mais cara, ouça com o ar mais sério do mundo; se ouvir o contrário, também -e continue mudo. Não diga nada, não faça nenhuma ponderação, não emita um único som.

Renuncie a bancar o inteligente e fique até o sol raiar, se for preciso, de boca fechada, que é a posição correta na vida, como você já deve ter aprendido -ou devia.

Se alguém mencionar a crise política e tiver uma vontade súbita de dizer alguma coisa, morda a língua e não faça juízo a respeito de nada: nem sobre a queda -ou a alta- do dólar, nem, sobretudo, sobre a CPI. Opinião, nem pensar.

O maior perigo é quando sua maior amiga está passando por uma crise e pede um conselho.

As pessoas só querem que se diga o que elas querem ouvir, e há até quem ache que amigo só existe para dar razão quando não se tem razão -você não sabia?

E não tenha ilusões: diga você o que disser, contra ou a favor, no final a culpa será sempre sua. Aprenda, mesmo que já um pouco tarde, que a sabedoria da vida é não ver, não ouvir e calar.

O que significa, na prática, não viver -o que é meio triste, convenhamos.

danuza.leao@uol.com.br

 

                                                                                Beijos

 

Escrito por Herminia Paulino às 00h23
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07/05/2012


Vídeos

Escrito por Herminia Paulino às 00h45
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05/05/2012


Dicas

Filme!

http://www.qualeaboa.com.br/category/blog/

 

Virada Cultural em São Paulo

http://www.viradacultural.org/programacao

 

                                                                                                                  BeijosBeijo

Escrito por Herminia Paulino às 00h19
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04/05/2012


Folha de São Paulo

FRANCISCO DAUDT

A ereção e seus percalços

Quando a idade avança, é o desejo quem manda; mas, então, o que anima nossas partes?

DIFERENTEMENTE DAS mulheres, um homem não pode ser forçado ao congresso carnal com uma jovem que lhe encoste um revólver nas têmporas. Seu genital, ao invés de se animar, encolherá. Um verdadeiro banho de água fria. Assim a seleção natural nos preparou para a luta ou para a fuga (prefiro a última), diante de uma ameaça.

Mas, então, o que anima nossas partes? "Esse obscuro objeto do desejo", como chamou Buñuel. Não estou falando de um adolescente em quem o simples balanço de um ônibus é capaz de produzir embaraços. Mas quando a idade avança, é o desejo quem manda. Qualquer homem que tentou comandar sua ereção, fê-lo debalde, pois o membro teima em desobedecer-lhe, animando-se quando não devia, desanimando-se quando ele mais precisava.

O desejo. Não confundir com a vontade. Ele é obscuro porque se trata de um iceberg imenso, com 10% visíveis (a vontade) e 90% imersos no oceano do inconsciente. São esses que comandam, com sua extrema complexidade, o resultado final.

Considere o exibicionista da capa de chuva. Ele goza com sua nudez mostrada? Não. O objeto de seu desejo é o horror pudico demonstrado pela vítima. Atualmente correria o risco de ser alvo de chacota -"Tudo isso para mostrar essa coisinha?"- e sua ereção desabaria. Não à toa ele saiu de moda.

Mas há nele um denominador comum com o desejo masculino: se a manobra der certo, ele estará no comando, portanto, não se sentindo ameaçado. "As deusas são sempre malcomidas, porque nos ameaçam", é uma crença masculina generalizada. Quando jovens, nossa musa romântica nunca era parte de devaneios masturbatórios, mas sim as degradadas, que não ameaçavam e podiam ser tão sacanas quanto nós. As outras, coitadas, ficavam prisioneiras de sua santidade. Por isso, o bom cafajeste é aquele que permite à mulher ser sexuada, não considera nenhuma como santa, eis o segredo de seu sucesso.

A ameaça que impede a ereção se parece com a inibição de urinar, que muitos homens sofrem quando estão no banheiro do cinema, aquela fila impaciente atrás a lhes cobrar que se despachem. Imagine a profissional dizendo "Como é, meu filho, vamos logo..."

O fetiche (que vem de "feitiço") é o truque de despersonalizar a mulher, para tirar a possível ameaça de ter que levá-la em conta. "Se veste de enfermeira para mim?" equivale a "Deixe de ser você, para eu não ter medo". "Quando ela espirrou, eu brochei" (a pessoa apareceu, quebrou-se o feitiço).

Afora o Ziraldo, que proclama nunca ter sofrido esta desdita, todos nós outros brochamos, em algum momento. O sucesso do Viagra vem da ilusão de mandar na ereção. "Mas, então, não há homens que transem com mulheres sem precisar de truques?" Claro que os há, tanto que os encontros, quando o casal ganha mais intimidade, são muito melhores do que os primeiros. Mesmo assim, os orgasmos são comumente frutos de passeios mentais (serve para ambos os gêneros), que somente em alguns momentos envolvem a pessoa com quem se está. O passeio na complexidade de nosso desejo.

Enfim, cobrar sexo de um homem é um tiro no pé.

fdaudt2@gmail.com

                        Beijos

Escrito por Herminia Paulino às 00h05
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03/05/2012


Segura

Segura o amor, segura as palavras, segura a vida porque ela te escorre pelos dedos.

Segura o sorriso, as lágrimas,disfarça o medo, viva na hipocrisia não seja honesto com os outros.Fale absurdos, seja fútil, ame o óbvio e não dê valor a quem realmente importa.

Seja superficial, viva a colocar Botox, encha-se de silicone, aprender?Para que?Não é necessário, basta ter um corpo bonito, um sorriso e uma mente vazia, rebole semi nua,tenha músculos e carro do ano, para que mais que isso?

A nossa sociedade é uma imoralidade disfarçada de bons costumes, se você for decente irão perseguir-te pelo resto da sua vida, farão uma fama enorme de pessoa que não presta e um dia você irá indagar-se porque nunca deitou nessa cama!

 Olhe os outros a sorrir como se a vida fosse fácil, como se não houvesse dor e se tiver dor?A será tão simples vá até uma boca compre algo que te transfira a outro mundo, não importa o tipo, só importa alucinação os momentos que fugirá de si e de seus problemas.E quando voltar?A realidade irá bater na sua porta  e terás que fugir então mais drogas irá consumir, até o dia que ela te consuma por inteiro.

E quando acordar e ver que estas no  fundo do poço irá precisar de ajuda, só ai darás conta do quanto foi burro em guardar seus sentimentos, em não saber o que é a vida de verdade, o quanto a futilidade te fez perder tempo.

E mais descobrirá que seus amigos eram  falsos que agora que está lá no fundo a mão estendida vem da sua família e de gente que sempre deixou de lado.Vai entender que as rugas virão mesmo que coloque todo o Botox do mundo e que um dia fatalmente seus músculos irão murchar e seus seios irão cair, não adianta é a lei da vida.

Podemos retardar muitas coisas, menos o ciclo natural que nos cerca, por isso, vivamos como achamos melhor e aproveitemos os verdadeiros momentos, sejam eles de alegria ou de dor, para quando amadurecermos não nos arrependermos de nada do que tenhamos feito e podermos em nossas memórias vermos que fomos úteis.

                                                                                Beijos

Escrito por Herminia Paulino às 00h19
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02/05/2012


Feriado

Escrito por Herminia Paulino às 00h29
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01/05/2012


Folha de São Paulo

Acho ele um marco de superação fiquei tocada com tudo que está escrito nessa matéria, me emocionei!

 

Mônica Bergamo

monica.bergamo@grupofolha.com.br

Em tuas mãos

O maestro João Carlos Martins opera o cérebro para recuperar movimentos; consciente, sentia o sangue escorrer na cabeça e gritava de dor; mas diz que, já na cirurgia, voltou a "sonhar"

"Olha aqui a cirurgia." Uma semana depois de passar por uma operação no cérebro que durou mais de nove horas, o maestro João Carlos Martins, 71, aperta o botão de um DVD Player para mostrar as imagens impressionantes do procedimento. O aparelho, na bancada de seu camarim, num auditório de SP, demora alguns segundos para carregar.

"A cirurgia!", grita ele quando as primeiras cenas aparecem. "Você vai ver que precisa ter muito amor à profissão para enfrentar isso."

As imagens mostram o maestro deitado. Uma parafernália de fios e ferros circunda a sua cabeça. "Eu tive que ficar acordado o tempo todo. E mostrando um astral legal... Olha, a anestesia! Olha!" Uma agulha entra em sua testa. "Olha a serra!" Aumenta o volume do DVD e diz que, na hora, escutava o som do aparelho abrindo um orifício em sua cabeça. "Tudo, tudo, eu escutava tudo!"

Gritava: "Ai, meu Deus! Meu Deus do Céu!". "O Paulo [Niemeyer, neurologista que comandou a cirurgia] avisava os outros: 'O sangue está escorrendo!' E eu sentia o sangue na minha cabeça."

"É agora! Atenção", diz Martins, olhos grudados na tela. A voz do médico destaca-se no barulho dos equipamentos cirúrgicos. Ele pede a Martins que abra a mão esquerda. O maestro bate os dedos no próprio corpo, simulando tocar piano. "Isso tudo com o crânio aberto, miolos aparecendo", diz, ao rever a cena. "Não é impressionante?" Na tela, gira o pulso, estica os dedos. "Eu não abria a mão havia dez anos..."

O maestro sofre de uma disfunção cerebral conhecida como "distonia do pianista", explica Niemeyer à coluna. "É algo que pode acometer, por exemplo, quem escreve muito e tem a 'cãibra do escrivão'." São contrações involuntárias que comprometem os movimentos. No caso de Martins, ela evoluiu a ponto de seu braço esquerdo quase grudar no peito. Em pouco tempo, ele poderia ser obrigado a deixar de reger.

Seria a segunda tragédia profissional de sua vida. Até 1998, Martins era pianista reconhecido internacionalmente, considerado um dos maiores intérpretes de Bach. Daí, o primeiro baque: começou a ter dores "insuportáveis" na mão direita, lesionada anos antes numa partida de futebol. "Era como uma faca entrando na minha pele." Os médicos decidiram cortar o nervo para que ele perdesse a sensibilidade. A mão atrofiou. Passou a tocar apenas com a mão esquerda.

Quatro anos depois, a distonia começou a afetar a outra mão. Em 2002, ele se despediu do piano em um concerto em Pequim. Reencontrou a música em 2004, quando passou a reger. Há alguns meses, alertado pelo maestro Julio Medaglia, percebeu que estava perdendo o movimento dos braços.

Procurou a clínica de Niemeyer. Que disse a ele que seria possível, numa cirurgia, recuperar o movimento dos braços. João Carlos Martins insistiu: "Eu pedi que ele tentasse também abrir as minhas mãos. Aí, qual é o meu sonho? É voltar a tocar piano com a mão esquerda. Mas ele não prometeu isso. Prometeu abrir o meu braço. Eu já estava com o braço aqui atrás".

Na cirurgia, realizada no Rio, Niemeyer fez um furo no crânio do maestro. Por ali, programado por um computador, um equipamento levou um eletrodo até núcleos do cérebro responsáveis pela modulação dos movimentos. O paciente precisa ficar consciente porque são feitos testes para ver se o eletrodo está bem posicionado. Se ele apresentar algum distúrbio visual ou dormência, por exemplo, é sinal de que o aparelho não está no lugar correto dentro da cabeça.

Do eletrodo partem fios que, entre o osso e a pele, descem pelo pescoço até a região peitoral. Ali, são ligados a estimuladores, como marcapassos, que inibem as cargas elétricas que provocam as contrações no braço do maestro.

Martins puxa a camiseta, mostra o lugar onde foram instalados "os chips". "Aqui. Um japonês e outro americano. Se um pifar, tem outro. Os médicos agora vão regulando toda semana, até o ideal."

"A única coisa que eu posso dizer é que o Paulo Niemeyer é um gênio. Uma pessoa com uma coragem incrível. E, fora ser um ícone, mantém 150 leitos para pessoas carentes no Rio de Janeiro. É de uma humildade, uma dedicação...", diz o maestro.

"Hoje faz uma semana que eu estou aqui de volta, regendo." Aponta para a camiseta e lê a frase estampada nela: "A música venceu".

Diz que teve medo. "Claro. Claro. Em 1966, eu regi um concerto com o apêndice supurado. Eu tinha 26 anos. Saí do palco, fui internado, tive uma embolia pulmonar e fiquei dois meses em coma. Qualquer um que já tenha vivido isso sente muito medo."

Na hora em que "estava ouvindo o barulho daquela serra cortando a minha cabeça, pensei: 'Meu Deus, o que estou fazendo aqui?'. Com 71 anos, você não tem que arriscar mais nada na vida. Mas, no momento em que minha mão abriu na operação, já comecei a sonhar: 'Vou continuar a reger. E quem sabe volto a tocar piano também'. Porque, no fundo, eu não me conformo de não poder tocar. É uma dor. É como um cadáver enterrado lá dentro".

"Eu já fiz 20 operações", diz ele. "Troco toda uma vida por um sonho. E ele está relacionado à música."

A TV Globo acompanhou cada passo da cirurgia de João Carlos Martins. Dias antes, filmaram o maestro regendo com o braço esquerdo colado ao corpo. Captaram imagens dele fazendo a barba, com a cara ensanguentada -com movimentos precários, ele se cortava involuntariamente. Registraram sua entrada na sala de cirurgia. E um médico fez imagens das nove horas da operação que depois foram entregues à emissora. Tudo vai ao ar nesta terça, no "Profissão Repórter", comandado por Caco Barcellos. O programa vai falar de superação.

"Lá em Rondônia, ninguém sabe meu nome. Mas falam: 'Olha, o cara da novela, o cara da Vai-Vai, o cara da superação", diz Martins, que em 2009 participou do encerramento de "Viver a Vida", trama das oito da Globo, e foi tema de samba-enredo da escola de samba paulista. "No aeroporto, por onde eu ando, as pessoas vêm com lágrimas nos olhos me dizer: 'Perdi meu filho e o seu exemplo me inspirou'. Ou dizem que tiveram câncer, tudo o que você pode imaginar."

O maestro diz que, agora, começa a segunda parte da "longa estrada" de sua recuperação. "A minha mão esquerda estava atrofiada. Eu tenho que fazer todo um aprendizado para usá-la de novo." Ergue uma garrafa de Fanta Laranja com o polegar e os dois primeiros dedos da mão esquerda. "É uma superação psicológica. Meu maior adversário serei eu mesmo."

Mesmo sem a garantia de que voltará a tocar, começará a estudar piano de novo, "como uma criança de seis anos". E faz planos: "Estreei como pianista aos 20 anos, no Carnegie Hall de Nova York. Eleanor Roosevelt estava na plateia". Na casa de shows, regeu a Orquestra Bachiana Filarmônica em 2008 e chorou ao ver tremularem, na plateia, duas bandeiras do Brasil. "No Carnegie Hall, eu tive as maiores emoções da minha vida. Meu sonho é viver, lá, tudo isso de novo."

http://nossajoinville.com.br/2012/01/02/femusc-2012-em-jaragua-do-sul-tera-o-maestro-joao-carlos-martins-em-sua-programacao/

 

 

                                                                                                                                                                         Beijos

Escrito por Herminia Paulino às 00h25
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29/04/2012


Escrito por Herminia Paulino às 23h43
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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, English

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